Boletim de julho/2017

O movimento pró-vida vêm constantemente fortalecendo suas ações, diversificando suas iniciativas e estratégias, de modo a contrapor as ações do movimento pró-aborto, que são muitas e diversificadas.

Uma das ações do movimento pró-aborto que mais tem sido divulgada na mídia, e que todo aquele que luta na defesa da vida deve conhecer, diga-se de passagem, é a urgente necessidade de revisão das taxas de natalidade para que o meio ambiente não seja ainda mais agredido.

Em outras palavras, o movimento pró-aborto pega carona no movimento ambientalista para amedrontar a sociedade alertando que os casais tenham menos filhos, caso contrário a população mundial estará em risco de ser extinta, pois o meio ambiente não suportará a carga do número crescente de nascidos consumindo suas reservas.

Muito embora os assuntos que envolvam meio ambiente, principalmente no que se refere ao aquecimento global, sejam discutíveis e refutáveis, o movimento pró-aborto está indo mais adiante na sua pauta globalista, agora com apoio do movimento ambientalista. Essa união pelo controle populacional fortalece a estratégia de pressão governamental para estimular que os Governos insiram nas pautas educacionais a necessidade de que se ensinem crianças a terem menos filhos, de modo a reduzir as mudanças climáticas.

Os movimentos abortista-ambientalista traçam o discurso de que ter filhos gera alto impacto ao meio ambiente, o que deve ser evitado. De acordo com estudos realizados por equipes de ambientalistas, crianças e adolescentes devem ser alertados das consequências ambientais negativas, à medida que suas famílias se tornam ainda mais numerosas. Em resumo: menos filhos e mais abortos para a proteção do meio ambiente.

A estratégia abortista-ambientalista é sagaz, pois aterroriza as pessoas sobre um possível colapso ao meio ambiente causado pelo ser humano, impossibilitando sua permanência com vida na Terra. Notem que a iniciativa ambientalista segue a mesma lógica utilizada quando da promoção da agenda gay: desmotivar as pessoas a terem filhos, mesmo que se utilizando dos argumentos mais absurdos e incoerentes.

Precisamos fortalecer a defesa da vida, mas também estarmos atentos às ações do movimento pró-aborto.

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